Era então assim a coisa.
Cada trabalhador recebia 33% dos lucros, os restantes 33% eram para a loja, despesas e reinvestimento. Oferecia ainda alojamento e alimentação, esta última até a loja ter proventos que permitissem ao trabalhador pagar a sua própria. Esta proposta publicada na net em sites portugueses desde 2007 teve 14 respostas em 2 anos e que não deram em nada (*). Em Fevereiro de 2009 publiquei a mesma proposta num site estranja e numa semana tive DEZ propostas, e não, não foram da Nigéria nem do Bangladesh, todas da Europa - Bélgica, Inglaterra, Polónia e 2 americanas que estavam, uma na Holanda e outra na Turquia e outras que já não lembro mas sei que foram as tais 10. Aceitei uma. No dia 1 de Março estava cá um rapaz polaco que desistiu em Setembro.
Devo acrescentar que o horário de trabalho proposto era de 15 dias mensais para cada trabalhador, divididos da seguinte maneira: trabalhador A - (dias de trabalho) Dias do mês -1--4-5-6----11-12-13-14-15-----21-22-23-24---28-29
Trabalhador B nos restantes.
Sim, o projecto falhou, por motivos que não vêem agora ao caso mas muito gostava eu de saber onde é o caixote do lixo do pessoal.
(*) Muito coristas são os portugueses! Não tenho pachôrra agora para relatar mas seria "edificante".