quarta-feira, janeiro 30, 2013

Estive a investigar "esta cena" e reparei que ninguém leu esta coisa :) Seja como for publico agora o que originou a minha proposta de loja à percentagem, pois aí vai:


Há uns anos li o seguinte : - “ Após a II G.Guerra, em França, um quadro de empresa ganhava quatro vezes mais que um operário, hoje ganha quarenta vezes mais “,  óspois na data abaixo leio isto : « John Pierpont Morgan (1837-1913) foi um grande banqueiro americano, numa época de capitalismo selvagem. /.../ Este clássico capitalista entendia que a remuneração do executivo máximo de uma empresa não deveria exceder 20 vezes o salário mais baixo pago nessa empresa./.../Há 10 anos os administradores das 100 maiores empresas britânicas ganhavam 47 vezes mais do que o salário médio (não o mais baixo) dos seus trabalhadores. Em 2010 recebiam 120 vezes esse salário médio. Nos Estados Unidos, em 2008, os gestores máximos ganharam 318 vezes o salário médio (não o mais baixo) das suas empresas. »
Francisco Sarsfield Cabral - SOL 9 de Setembro 2011

 Nota -  “ Após a II G.Guerra, em França, um quadro de empresa ganhava quatro vezes mais que um operário, hoje ganha quarenta vezes mais “. Esta leitura é que de facto despoletou a coisa o artigo de Sarsfield Cabral apenas reforçou a ideia de que o pagamento de salários a partir de percentagem sobre lucros é mais justo. Mas pronto, pode ser que alguma coisa me escape.

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Desemprego e empreendedorismo.

Era então assim a coisa.
 Cada trabalhador recebia 33% dos lucros, os restantes 33% eram para a loja, despesas e reinvestimento. Oferecia ainda alojamento e alimentação, esta última até a loja ter proventos que permitissem ao trabalhador pagar a sua própria. Esta proposta publicada na net em sites portugueses desde 2007 teve 14 respostas em 2 anos e que não deram em nada (*). Em Fevereiro de 2009 publiquei a mesma proposta num site estranja e numa semana tive DEZ propostas, e não, não foram da Nigéria nem do Bangladesh, todas da Europa - Bélgica, Inglaterra, Polónia e 2 americanas que estavam, uma na Holanda e outra na Turquia e outras que já não lembro mas sei que foram as tais 10.  Aceitei uma. No dia 1 de Março estava cá um rapaz polaco que desistiu em Setembro.
 Devo acrescentar que o horário de trabalho proposto era de 15 dias mensais para cada trabalhador, divididos da seguinte maneira: trabalhador A - (dias de trabalho) Dias do mês -1--4-5-6----11-12-13-14-15-----21-22-23-24---28-29
Trabalhador B nos restantes. 
 Sim, o projecto falhou, por motivos que não vêem agora ao caso mas muito gostava eu de saber onde é o caixote do lixo do pessoal.
(*) Muito coristas são os portugueses! Não tenho pachôrra agora para relatar mas seria "edificante".