Loja de velharias, artigos em 2ª mão e se possível artesanato e outros objectos artísticos e/ou decorativos, plantas, produtos tradicionais portugueses e produtos de produção biológica e afins.
segunda-feira, novembro 22, 2010
Gripe
Tou de cama. Blogar é nice quando se está adoentado e lá fora está chove não chove. Faz-me lembrar uma vez quando era niño e estive doente umas 2 semanas e tinha um enorme caixote de banda desenhada para ler. Mundo de Aventuras, Falcão, Major Alvega, Matt Dillon, Fantasma, Mandrake, Luis Euripo, Ene3, Red Ryder e mais uma data deles que não lembro. Acho que foi um tempo feliz essa doença. nem me lembro qual. Mas acho que era qq coisa de contagioso mas sem grandes sintomas. Ou então apenas me lembro do prazer de não ir à escola e ter aquela BD toda para ler. Hoje é muito raro ter paciência para ler BD. Nunca imaginei que pudesse fartar-me. provavelmente não tenho acesso à boa. Não sei. Tb não estou muito preocupado. Hoje abri a blogaria toda. Tenho-me divertido. É mais falar comigo próprio mas a hipótese de ser lido é que torna a coisa com sentido. Compreendo que se escreva para si próprio. Ajuda talvez a focar os assuntos internos mas se não existir a hipótese de ser lido talvez não houvesse a mesma pulsão. De toda maneira duvido que após a gripe tenha pachorra. Tinha escrito pachôrra mas fica sublinhado a vermelho pelo corrector ortográfico. Jágora explico o que se passou com a loja. Mas só as últimas 2 semanas. Na penúltima SEMANA vendeu UM euro e sessenta. Na última, quando esperava não poder ser pior, vendeu UM euro e CINQUENTA. Nesse fim de semana fomos à feira das velharias. O aluguer foi de 3.50 vendemos 4.50. Lucro de um euro, como éramos 2 CINQUENTA cêntimos para cada um. Uma coisa interessante - na loja havia , e há, alguns fatos Rosa&Teixeira, impecáveis de conservação, a 15 (quinze euros) ninguém sequer perguntou. Gravatas Bulgari, YSL, Armani, Hermenegildo Zegna, Ted Lapidus, Ferragamo, Pierre Cardin e sei lá que mais, marcas italianas que desconheço em seda pura, todas a cinco euros. Mas ninguém lhes pegou. Bem, se forem todos como eu podem esperar até ao juízo final. A propósito se alguém estiver ler isto e estiver interessado que deixe mensagem. Só que agora só vendo os fatos a pelo menos 75 euros e as gravatas a 15. Se ninguém comprar até pode ser que não espere até ao juízo final e experimente a vestir top do ten. Só para não se estragarem sem uso. Odeio não aproveitar coisas. Também tenho montes de livros e filmes e postais e selos e tranquitana do arco da velha. Ah, tenho uma imensa colecção de brindes Kinder surpresa. Sei que há quem faça colecção. Eu quero espaço.
quarta-feira, março 17, 2010
Bancos:”dinheiro da droga era a única liquidez disponível”
O máximo responsável da ONU pelo combate ao crime e ao tráfico de droga, o italiano Antonio Maria Costa, acusou o sistema financeiro de ter recebido dinheiro sujo como forma de resolver os problemas de liquidez que enfrentava. "Os empréstimos interbancários foram financiados por dinheiro vindo do tráfico de droga e outras actividades ilegais", acusou ontem em declarações ao "Observer". Ao todo, calcula em 352 mil milhões de dólares (240 mil milhões de euros) o capital ilícito que terá entrado no sistema financeiro durante a crise.
Segundo o mesmo responsável, a ONU já viu provas de que o único "investimento líquido de capital" que foi disponibilizado a alguns bancos veio de gangues de crime organizado, algo para o qual foi alertado por agências de combate ao crime há cerca de 18 meses. "Em muitos casos, o dinheiro da droga era a única liquidez disponível. Na segunda metade de 2008, a falta de liquidez era o maior problema do sistema bancário, logo ter liquidez em capital tornou-se um factor muito importante", salientou ao jornal britânico. Antonio Maria Costa revelou que algumas das provas a que o seu departamento teve acesso mostram que muito deste dinheiro sujo foi mesmo aproveitado para salvar algumas instituições financeiras em risco devido ao congelamento dos empréstimos interbancários. "Há alguns sinais que alguns bancos foram assim salvos", acusa sem pruridos, negando-se porém a nomear bancos ou países que possam estar envolvidos. "O dinheiro faz agora parte do sistema e já foi lavado", aponta mesmo.
"Houve um momento, no ano passado, quando o sistema paralisou devido à falta de vontade dos bancos em emprestar dinheiro ao resto do sector. A progressiva reliquidação do sistema, e consequente melhoria de alguns bancos, veio tornar o problema menos sério do que chegou a ser", referiu o Czar anticrime da ONU, conforme o "Observer" chama Antonio Maria Costa. Segundo estudos da ONU, Grã-Bretanha, Suíça, Itália e Estados Unidos são ser os mercados mais utilizados para lavagens de dinheiro.
Portugal exemplar Questionado pelo i a propósito das acusações da ONU ao sistema bancário, António de Sousa, presidente da Associação Portuguesa de Bancos, refere que "Portugal é considerado um dos países que cumpre de forma rigorosa todos os aspectos ligados ao branqueamento de capitais". E lembrou ainda a existência de "estudos realizados por organizações internacionais" que atribuem ao país "a melhor classificação nesse âmbito e referem que o nosso país respeita integralmente todas as regras impostas a nível internacional de forma exemplar".
Já a associação britânica de bancos exigiu a apresentação das provas referidas pela ONU.
Bancos:”dinheiro da droga era a única liquidez disponível”
Segundo o mesmo responsável, a ONU já viu provas de que o único "investimento líquido de capital" que foi disponibilizado a alguns bancos veio de gangues de crime organizado, algo para o qual foi alertado por agências de combate ao crime há cerca de 18 meses. "Em muitos casos, o dinheiro da droga era a única liquidez disponível. Na segunda metade de 2008, a falta de liquidez era o maior problema do sistema bancário, logo ter liquidez em capital tornou-se um factor muito importante", salientou ao jornal britânico. Antonio Maria Costa revelou que algumas das provas a que o seu departamento teve acesso mostram que muito deste dinheiro sujo foi mesmo aproveitado para salvar algumas instituições financeiras em risco devido ao congelamento dos empréstimos interbancários. "Há alguns sinais que alguns bancos foram assim salvos", acusa sem pruridos, negando-se porém a nomear bancos ou países que possam estar envolvidos. "O dinheiro faz agora parte do sistema e já foi lavado", aponta mesmo.
"Houve um momento, no ano passado, quando o sistema paralisou devido à falta de vontade dos bancos em emprestar dinheiro ao resto do sector. A progressiva reliquidação do sistema, e consequente melhoria de alguns bancos, veio tornar o problema menos sério do que chegou a ser", referiu o Czar anticrime da ONU, conforme o "Observer" chama Antonio Maria Costa. Segundo estudos da ONU, Grã-Bretanha, Suíça, Itália e Estados Unidos são ser os mercados mais utilizados para lavagens de dinheiro.
Portugal exemplar Questionado pelo i a propósito das acusações da ONU ao sistema bancário, António de Sousa, presidente da Associação Portuguesa de Bancos, refere que "Portugal é considerado um dos países que cumpre de forma rigorosa todos os aspectos ligados ao branqueamento de capitais". E lembrou ainda a existência de "estudos realizados por organizações internacionais" que atribuem ao país "a melhor classificação nesse âmbito e referem que o nosso país respeita integralmente todas as regras impostas a nível internacional de forma exemplar".
Já a associação britânica de bancos exigiu a apresentação das provas referidas pela ONU.
quinta-feira, março 11, 2010
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